Dedetização
A ação dos polinizadores
12 de novembro de 2017
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Nós podemos até mesmo nem reparar, mas abelhas, borboletas, pássaros, morcegos, besouros, entre outros animais polinizadores, proporcionam contribuição vital para o meio ambiente, para nossa saúde e até para a economia. É por isso que a proteção a esses agentes polinizadores vem sendo bastante discutida em diversas partes do mundo.

Há muitas espécies de plantas (as estimativas apontam cerca de mil delas) responsáveis pela produção de alimentos, bebidas, fibras, especiarias e até medicamentos que precisam ser polinizadas para que possam ser fonte desses produtos tão amplamente utilizados em todo o planeta. E o mais interessante: não se trata de um alimento ou outro, facilmente dispensável ou substituível. Maçã, morango, chocolate, melão, pêssego, figo, tomate, abóbora e amêndoas, produtos que estão diariamente na mesa dos consumidores, são apenas alguns exemplos de alimentos cuja fonte precisa ser polinizada para que possam fazer parte de nossas refeições.

Com tudo isso, já é possível notar aquilo que poucas pessoas param para pensar: a ação dos polinizadores tem, sim, grande impacto em nossas vidas, em nossa saúde e na economia. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisas desenvolvidas tanto por iniciativas públicas quanto privadas indicam que só a polinização por abelhas e outros insetos já é capaz de produzir aproximadamente 20 bilhões de dólares em produtos anualmente.

É com esse tipo de informação que podemos perceber a importância de alguns fatores e agir de acordo com esses benefícios. Por exemplo, a questão da proteção e incentivo a agentes polinizadores torna-se fundamental no cenário acima descrito. E é possível contribuir de fato para essa causa em sua comunidade, com atitudes diárias. Comprar mel produzido localmente e cultivar flores que sejam atrativas para os animais polinizadores são bons exemplos de ações simples que podem ajudar não apenas os animais polinizadores em si, como também trabalhadores que lidam com eles, como o apicultor da sua região, por exemplo.

É claro que é preciso estar atento às questões de saúde pública também, tendo em mente que nem todos os insetos podem viver em harmonia nas vizinhanças de residências. Certas espécies de vespas e abelhas podem trazer sérias ameaças para a saúde. Quando se fala em incentivo a polinizadores naturais, isso não significa que se deva estimulá-los indiscriminadamente, mas sim com responsabilidade. Alguns casos, quando saem do controle, podem se tornar um ataque agressivo de insetos em algumas regiões.

Esse tipo de cuidado também faz parte das ações de um cidadão consciente. Incentivo a produção natural e ao enorme giro na economia que pequenos animais nos proporcionam gratuitamente deve ser dosado em medida que não se torne um caso de infestação de pragas. É dessa maneira, dosando o equilíbrio com consciência, que podemos aproveitar o melhor que a natureza oferece ser sermos por ela prejudicados.

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